Meu raciocínio de estudante
Afiado como um bisturi
Não consegue dissecar
A verdade morta da Academia
Sua pele marxista
Dura como a triste realidade que a cerca
Sua fáscia comunista
Que envolve todas as suas falácias
Gordura é a ignorância
Atrelada a um desejo de ser diferente
Músculos, materialismo
Para moverem suas idéias insólitas
E por fim, seu arcabouço
Seus ossos são a burrice calcificada
Por anos e mais anos de uma cruel ditadura
Que restringiu tantas formas de pensar
Ao ponto que no final, só nos restou essa.
Onde estão as verdadeiras humanidades?
Aonde foi o desejo humano, o subjetivo, o indivíduo?
Por que apenas é manifesto o imbecil coletivo?
Diante de minha vivissecação
Observo consternado um fato
O Frankenstein esquerdóide, dotado de todo um corpo
Não tem cerébro!
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